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A Defesa de Dissertação foi realizado no dia 22 de março de 2016, no Auditório E3 50 – 3º andar do HUCFF/UFRJ.

Título: HIPERTENSÃO PULMONAR EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

DESCOMPENSADA: impacto na mortalidade após a alta hospitalar

Resumo: MARINHO, Tatiana Abelin Saldanha. Hipertensão pulmonar em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada: impacto na mortalidade após a alta hospitalar. Rio de Janeiro 2016. Dissertação (Mestrado em Medicina: área de concentração cardiologia) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016. Fundamentos: A insuficiência cardíaca(IC) é um grave problema de saúde pública, responsável por um número crescente de hospitalizações e elevado impacto na economia mundial. A pressão sistólica de artéria pulmonar (PSAP) está associada à pior evolução hospitalar em pacientes admitidos por insuficiência cardíaca descompensada (ICD). Seu papel na predição de eventos após a alta hospitalar é incerto. Objetivos: Avaliar o impacto da PSAP nos desfechos: readmissão por IC, morte, morte por doenças do aparelho circulatório e morte ou readmissão em 24 meses após uma internação por ICD.Métodos: Estudo de coorte, retrospectivo avaliando as internações por ICD em um hospital universitário no período de 01/01/2006 a 31/12/2011. Foram excluídas as  internações de IC com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) preservada, e aquelas em que o ecocardiograma (enão foi realizado, ou em que a medida da PSAP não estava disponível no laudo do exame. APSAP foi avaliada como variável contínua e  dicotômica, utilizando-se o valor de 45 mmHg como ponto de corte. Análise de Cox foi empregada para avaliar os preditores independentes de óbito após a alta. Curvas de Kaplan-Meier foram utilizadas para avaliar a associação de PSAP > 45 mmHg com os desfechos analisados e foram comparadas através do teste de log-rank. Resultados:Foram avaliadas150 internações,das quais 51,5% eram de homens, com média de idade de 61+/-14 anos e 41,6% etiologia isquêmica. A prevalência de PSAP > 45 mmHg foi de 54%. A mortalidade após a alta hospitalar foi de 51,4% em 24 meses. PSAP, tempo de hospitalização, ausência de prescrição de beta-bloqueador e uso de AAS na alta foram preditores independentes de morte após a alta. PSAP também foi preditora de reinternação e do desfecho composto morte ou reinternação, mas não do desfecho morte por doenças do aparelho circulatório. PSAP > 45 mmHg não esteve associada a nenhumdos desfechos avaliados. Conclusões: PSAP, como variável contínua, foi um preditor independente de mortalidade global pós-alta na análise multivariada e esteve associada à reinternação por IC e ao desfecho composto morte ou reinternação por IC na análise univariada. Não houve associação com morte por causas

pdf icon Confira a Defesa de Dissertação de Mestrado aqui

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