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Informe Acadêmico

A Comissão Deliberativa do Programa de Pós-Graduação em Medicina – Cardiologia da Faculdade de Medicina e do Instituto de Cardiologia Edson Saad- ICES / UFRJ, tem o prazer de convidá-los para a defesa de Tese de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Medicina – Cardiologia, da aluna Helena Cramer Veiga Rey, a realizar-se às 08h do dia 22 de julho de 2016, no auditório Halley Pacheco – 8º andar do HUCFF/UFRJ.

Rio de Janeiro, 08 de julho de 2016.

Profª. Glaucia Maria Moraes de Oliveira
Coordenadora do Programa de PG em Cardiologia- UFRJ

pdf icon Confira a Defesa de tese aqui

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A Comissão Deliberativa do Programa de Pós-Graduação em Medicina – Cardiologia da Faculdade de Medicina e do Instituto de Cardiologia Edson Saad- ICES / UFRJ, tem o prazer de convidá-los para a Defesa de Tese de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Medicina – Cardiologia, da aluna Clarissa Antunes Thiers, a realizar-se às 9 horas do dia 08 de fevereiro de 2017, no auditório Alice Rosa – 12º andar do HUCFF/UFRJ.

pdf icon Confira a Defesa de Tese de Doutorado aqui.

A defesa de dissertação de mestrado foi realizada no dia 12 de abril de 2016, no Auditório Alice Rosa – 12º andar do HUCFF/UFRJ.

Título: AVALIAÇÃO DA VITAMINA D ASSOCIADA A FATORES NUTRICIONAIS E A PARÂMETROS BIOQUÍMICOS EM IDOSOS EM PREVENÇÃO SECUNDÁRIA DE DOENÇAS ATEROSCLERÓTICAS

Resumo: CARDOSO, Carolina Alves. Avaliação da vitamina D associada a fatores nutricionais e a parâmetros bioquímicos em idosos em prevenção secundária de doenças ateroscleróticas. Rio de Janeiro, 2016. Dissertação (Mestrado em medicina: área de concentração Ciências Cardiovasculares) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016.

Objetivos: Avaliar a concentração plasmática de 25(OH)D e associa-la à ingestão de vitamina D, cálcio, fósforo e magnésio, às concentrações plasmáticas de paratomônio (PTH), cálcio, fósforo e magnésio e a parâmetros bioquímicos e antropométricos em idosos em prevenção secundária de doenças ateroscleróticas. Métodos: Trata-se de um estudo transversal derivado de um ensaio clínico randomizado multicêntrico que avaliará o efeito de uma dieta cardioprotetora. Foram incluídos pacientes de ambos os sexos, ?60 anos com qualquer evidência de doença cardiovascular nos últimos 10 anos, doença arterial coronariana, acidente vascular encefálico prévio e doença arterial periférica documentados em prontuário ou hospitalizados por angina instável. Foram excluídos pacientes oncológicos, com suspeita clínica ou diagnóstica de déficit cognitivo, insuficiência cardíaca congestiva, hepatopatia ou nefropatia, impossibilitados de realizar refeições via oral, submetidos à gastroplastia, com transplante de órgãos prévios, cadeirantes ou que utilizavam suplementos nutricionais com cálcio e vitamina D. Foram aplicados o Questionário de Frequência Alimentar (QFA) e o Questionário de Informações Gerais. Foram realizadas avaliação antropométrica e análises laboratoriais (bioquímica, concentrações plasmáticas de 25(OH)D, PTH, cálcio, fósforo e magnésio). Nas análises estatísticas foram utilizados testes paramétricos: t-Student e correlação de Pearson; testes não-paramétricos: Mann-Whitney e correlação de Spearman. Teste Qui-quadrado para a avaliação de variáveis categóricas. Modelos de regressão linear foram realizados para verificar a independência das variáveis. Para os modelos de regressão linear simples e múltipla, a 25(OH)D foi classificada como a variável dependente e as variáveis independentes – sexo; idade; ingestão de Vitamina D; concentração plasmática de PTH, cálcio, fósforo e magnésio; concentrações séricas de triglicerídeos (TG) e colesterol total (CT); HOMA-IR e o índice antropométrico razão cintura (cm) / estatura (cm) (RCEst) – foram escolhidas em função da relevância clínica, onde os aspectos relacionados às doenças ateroscleróticas na prevenção secundária e ao metabolismo da vitamina D foram considerados. Para o modelo de regressão linear múltipla foi utilizado o modo stepwise. O valor de significância considerado foi de 5%. Resultados: Cento e um pacientes idosos diabéticos tipo 2, dislipidêmicos e hipertensos de ambos os sexos (63,3% homens) com mediana (percentil 25 – 75) de idade 68 (63,5 – 73) participaram deste estudo. Foi verificada alta frequência de indivíduos com excesso de peso, bem como perímetro da cintura (PC), perímetro do pescoço e índice RCEst aumentados tanto em homens quanto em mulheres. Verificamos alta frequência de inadequação para a ingestão dietética de vitamina D, cálcio, fósforo e magnésio. Entretanto, foi verificado um maior consumo de alimentos do grupo in natura ou minimamente processados. 77% (n = 77) dos idosos apresentaram valores ? 30 ng/mL de 25(OH)D. Dos 23% (n = 23) que apresentaram valores plasmáticos de 25(OH)D <30 ng/mL, 60,86% (n = 14) eram mulheres, 14% apresentavam excesso de peso, e destes, 10% eram mulheres. A ingestão de vitamina D, cálcio e fósforo demonstrou maior força na associação com as concentrações plasmáticas de vitamina D apenas nas mulheres. Foram verificadas correlações entre as VIII

concentrações plasmáticas de vitamina D com parâmetros bioquímicos e antropométricos tanto em homens (com fósforo plasmático, glicose, TG, índice de adiposidade visceral (IAV) e HOMA-IR) quanto em mulheres (com LDL-c, CT, índice de massa corporal (IMC), RCEst e PC). Na análise de regressão linear múltipla, a concentração plasmática de vitamina D foi influenciada pela concentração sérica de TG e pela ingestão dietética de vitamina D. Os homens apresentaram uma variação de 11,6 ng/mL a mais de 25(OH)D do que as mulheres e o teste do Qui-quadrado demonstrou que as mulheres apresentaram a vitamina D plasmática proporcionalmente menor do que os homens (p = 0,01). Conclusão: Foram verificadas associações entre as concentrações plasmáticas de vitamina D e a ingestão de vitamina D, cálcio e fósforo somente nas mulheres. Parâmetros bioquímicos ligados ao perfil lipídico e metabolismo da glicose, e parâmetros antropométricos ligados à adiposidade abdominal, apresentaram correlação estatisticamente significativa com as concentrações plasmáticas de vitamina D, tanto em homens quanto em mulheres. Houve diferença estatisticamente significativa em relação às concentrações plasmáticas de vitamina D entre os gêneros (p<0,01), gerando a necessidade de mais estudos para que o tratamento em relação ao estado da vitamina D possa ser individualizado diante da diferença metabólica entre homens e mulheres.

pdf icon Confira a Defesa de Dissertação de Mestrado aqui.

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