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evolucao-da-mortalidade

Desenvolvemos trabalhos sobre a evolução das taxas de mortalidade por doenças do aparelho circulatório, doenças cerebrovasculares e doenças isquêmicas do coração desde 1979 no Estado do Rio de Janeiro, já analisamos também as taxas de mortalidade por estas causas nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul para comparar com a evolução destas causas de mortalidade no Rio de Janeiro.

As taxas de mortalidade por causas mal definidas também foram estudadas para analisar seu impacto sobre as causas definidas de óbito e elaboração de manobra de compensação pelas causas mal definidas.

Realizamos correlações entre as taxas de mortalidade e indicadores socioeconômicos para elaborar hipóteses sobre fatores relacionados à redução da mortalidade pelas doenças do aparelho circulatório. Já que esta queda da mortalidade cardiovascular nas últimas três décadas não pode ser explicada pelo controle dos fatores de risco clássico cardiovasculares nem tampouco pelo melhor acesso aos procedimentos de alta complexidade.

Atualmente estamos realizando estudos das taxas de mortalidade nos agregados municipais do Rio de Janeiro desde 1979 até 2010, e sua correlação com indicadores socioeconômicos desde 1950, além de posterior correlação com indicador de desigualdade.

Artigos elaborados:

1. Mortalidade por Doenças Isquêmicas do Coração, Cerebrovasculares e Causas Mal Definidas nas Regiões do Estado do Rio de Janeiro, 1980-2007 (Revista da Socerj 2009)

2. Mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares em três estados do Brasil, 1980 a 2006 (Revista Panamericana de Saúde Pública 2010)

3. Evolução dos Principais Indicadores Socioeconômicos e Queda da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório em Três Estados do Brasil (Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012)

4. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro de 1979 a 2010 (Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015)

5. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório e do Produto Interno Bruto per capita nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (Será submetido ao European Journal of Preventive Cardiology)

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impacto-cardiorenalA Síndrome cardiorrenal aguda (SCRA) em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada (ICD) está associada a um pior prognóstico hospitalar. Não existe consenso acerca do seu impacto nos desfechos após a alta hospitalar.

Esta tese tem como objetivos: avaliar o impacto da SCRA na mortalidade após a alta hospitalar e na taxa de reinternação por ICD; comparar o impacto do aumento da creatinina em qualquer momento da internação com o seu aumento até a alta e avaliar a acurácia da estratégia de busca de óbitos empregada.

Foram analisados os dados de 395 pacientes, dos quais 53,3% são homens, com idade média de 64+/-14 anos, 83,15% aprsentam disfunção sistólica e etiologia isquêmica em 37,6% dos casos. A incidência de SCRA foi de 43,3%, sendo persistente em 22,3% dos pacientes.  A mortalidade após alta hospitalar foi de 67,9% e a taxa de rehospitalização por ICD foi de 41,4%. A acurácia da busca de óbitos foi de 99,44%. SCRA persistente esteve associada a mortalidade após a alta na análise uni- e multivariada (OR1,52,IC95%1,12-2,08,p0,008). Não houve associação entre SCRA e reinternação, independente da definição utilizada.
 

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cirurgia valvarOrientadores:  Prof. Dr. Nelson Albuquerque de Souza e Silva, Prof. Dr. Paulo Henrique Godoy, Prof. Dr. Vitor Manuel Pereira Azevedo

Esta tese de Doutorado tem como objetivo estimar a letalidade hospitalar, a sobrevida de longo prazo e o tempo médio de permanência hospitalar dos pacientes que foram submetidos à cirurgia cardíaca valvar realizada de janeiro de 2001 a novembro de 2007, no âmbito do Sistema Único de Saúde no cenário "da vida real”.

Foram utilizadas as bases de dados nacionais do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do SUS e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), para localizar informações sobre 78.808 pacientes que foram submetidos à cirurgia cardíaca valvar no período estudado. Utilizou-se o relacionamento probabilístico para parear os dois bancos de dados. As funções de sobrevida foram calculadas pelo estimador não paramétrico de Kaplan-Meier. O desfecho avaliado foi tempo até o óbito.

Constatamos em nossa pesquisa que esta é uma das maiores coortes, em cirurgia valvar já publicadas, com 78.808 pacientes. A idade média foi de 50,0 anos, os pacientes eram muito mais jovens do que os relatados em estudos de países desenvolvidos. No trabalho europeu Euro Heart Survey sobre valvulopatias a média de idade foi de 64 anos. A proporção do tipo de lesão valvar e de etiologias também foi diferente da maioria dos estudos baseados nas populações norte americana e europeia. No subconjunto de lesão valvar identificada, a estenose mitral foi a lesão mais frequente. A doença reumática foi a etiologia mais prevalente e responsável por mais de metade dos indivíduos estudados. Este achado é semelhante a outros estudos realizados em países em desenvolvimento. No entanto pelos dados encontrados, podemos inferir que outras lesões valvares e etiologias começam a aumentar sua importância no cenário brasileiro.

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